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giovano

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Opiniões

Restaurante Dom Pasquale

giovano - 09/01/09

Pasquale Del Prete formou-se em engenharia, e com isso trabalhou por vários anos. Mas, sobretudo, Pasquale deve ter nascido na cozinha; é óbvio que como bom italiano (da Campania), disciplinou suas papilas e treinou seu olfato na mais tenra infância para responder às sutilezas da arte culinária. A Deusa romana Fortuna trouxe-o aqui para BH, onde ele se dedica todos os dias, no almoço e no jantar, a nos encantar. A cozinha é uma maravilha (nosso oste cozinha, monta os pratos e, no salão, mata nossa saudade do Bel Paese), o serviço é excelente (e, importante dizer, não é pretensioso), a carta de vinhos é pequena, mas bem construída (conta com saborosos amari, deliciosas grappe e infaltáveis limoncelli), a decoração é agradável (suavemente barroca, não nos distrai, mas nos conforta) e o ambiente permite reuniões privadas. A obsessão nacional italiana com o frescor dos ingredientes é evidente e importante, pois o cardápio é recheado de frutos do mar e paste feitas em casa. Para o iniciante, sugerimos mozzarella di bufala e funghi, acompanhados com pão ou focaccia, como entrada, cherne às finas ervas, como primeiro prato e risotto ai frutti di mare e salada nos papéis de segundo e contorno. Se for de pasta, pode-se provar o ravioli di zucca ou um simples e divino spaghetti al pomodoro e basilico com lascas de grana padano. Para fazer a sobremesa, se tiver sorte, peça o famoso tiramisù ou o pavê de damasco, acompanhados de um fortificado ou digestivo. Junto com a conta, peça o café para esticar o papo.


Ristorante Don Pasquale

giovano - 15/09/08

Pasquale Del Prete formou-se em engenharia, e com isso trabalhou por vários anos. Mas, sobretudo, Pasquale deve ter nascido na cozinha; é óbvio que como bom italiano (da Campania), disciplinou suas papilas e treinou seu olfato na mais tenra infância para responder às sutilezas da arte culinária. A Deusa romana Fortuna trouxe-o aqui para BH, onde ele se dedica todos os dias, no almoço e no jantar, a nos encantar. A cozinha é uma maravilha (nosso oste cozinha, monta os pratos e, no salão, mata nossa saudade do Bel Paese), o serviço é excelente (e, importante dizer, não é pretensioso), a carta de vinhos é pequena, mas bem construída (conta com saborosos amari, deliciosas grappe e infaltáveis limoncelli), a decoração é agradável (suavemente barroca, não nos distrai, mas nos conforta) e o ambiente permite reuniões privadas. A obsessão nacional italiana com o frescor dos ingredientes é evidente e importante, pois o cardápio é recheado de frutos do mar e paste feitas em casa. Para o iniciante, sugerimos mozzarella di bufala e funghi, acompanhados com pão ou focaccia, como entrada, cherne às finas ervas, como primeiro prato e risotto ai frutti di mare e salada nos papéis de segundo e contorno. Se for de pasta, pode-se provar o ravioli di zucca ou um simples e divino spaghetti al pomodoro e basilico com lascas de grana padano. Para fazer a sobremesa, se tiver sorte, peça o famoso tiramisù ou o pavê de damasco, acompanhados de um fortificado ou digestivo. Junto com a conta, peça o café para esticar o papo.